Vá saber: sonho ou pesadelo

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Aconteceu! Talvez, devido a alimentação da noite anterior. Devido a bebida é que não fora! Água não causa problemas, apenas os soluciona. Hoje, o breu já se dissipara quando de sobressalto os olhos se abriram. Mas olhos vividos também se assombram. A tarde/noite que antecederam a “aflição” foram calmas ao extremo. Portanto, qual seria razão para os “acontecimentos”. Houvesse um olhar pretensioso a malícia poderia se estabelecer!

Porém, o foco está voltado ao sonho ou “sonho” e todo sonho, dizem, é realizável, neste caso, seria algo impressionante. Claro, há os dois lados e certamente alguns vibrariam com o lado “a” da moeda e outros com o lado “b”. Ocorre que ainda não consultamos Sigmund Freud ou alguém da sua turma, para os possíveis esclarecimentos sobre as causas de determinadas manifestações que ocorrem durante sono e em razão de sermos “analfabetos” no assunto, fica difícil tomar um norte.

Mas o leitor sempre encontra uma diretriz e certamente, nesse caso também vai auxiliar na elucidação do assunto. No caso vertente, a presidente Dilma em evento preparado para sua recepção e esse fora, aparentemente, em Santo Ângelo, creio assim, diante do semblante de algumas pessoas presentes, embora o espaço físico ainda não tenha sido reconhecido, fraternamente nos trouxe um abraço e sentara ao lado em espaço bem rústico, logo, transmitindo orientações para futuros procedimentos. O estranho é que a presidente desconhece até mesmo, nossas feições, logo falece a intimidade.

Mas havia uma pessoa bem conhecida de ambos que deslocou a imprensa para outro espaço, para uma entrevista com a primeira mandatária, em seguida, com os olhos pesarosos veio se escusar e é bem possível que essa “interlocutora” esteja em Brasília atualmente. Todavia, dois momentos da “tempestade cerebral” chamam atenção: a comandante maior da Nação anunciou ao pé do ouvido, que viria enfrentar problemas. Após, relatou as providências que deveríamos tomar em dois campos. O intrigante é que sequer “lustramos os sapatos” da primeira mandatária e estamos no outro extremo, sem qualquer ligação política.

Suas preocupações estavam voltadas à conclusão das moradias aos desprotegidos. Mas isso deveria ser realizado num sistema de mutirão: imediatamente! Sem as delongas de hoje. A concentração devia ser total. Envolvendo, inclusive, com a participação das pessoas que já receberam suas unidades habitacionais. Caberia aos prefeitos tomar as iniciativas atinentes em seus redutos, solvendo totalmente os problemas.

E num outro momento e aí é que a preocupação se estabelece, sendo ela do meio político, solicitou que fosse realizada uma “operação de guerra”, com a participação do Judiciário, incontinenti, resolvendo nos locais as questões do enriquecimento sem causa! Estando nas mãos do Judiciário a destinação adequada dos bens de havidos ilicitamente.Ainda que, contingentes compostos por agentes

administrativos e das forças policiais deveriam se reunir para agir em forma de arrastão, contra a distribuição de drogas, estabelecendo duas determinantes: uma, o passado é passado, mas o presente e o futuro, sem outras alternativas, senão, os caminhos do bem; duas, instituir uma nova legislação, curtíssima e sem benesses, sendo os futuros transgressores, condenados à pena capital. Cabendo à todo (ã) cidadão (ã), doravante, arranjar ocupação lícita.

Nosso espanto encontra eco diante da total falta de relação do sonho com o dia precedente, onde sequer, fora procedida leitura nesse sentido, por igual, escutados programas radiofônicos ou televisivos. Talvez esteja relacionado ao mundo louco no qual estamos inseridos, o qual, estamos propenso à reconstrução.