Bandeirante FC: ‘somos um time mais de amigos, que de jogadores’

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Paulo Chagas, Laudelino Nunes, Arnaldo Lopes de Deus, Anibal Nunes de Freita l e Luiz Rocha - quatro últimos nomes foram fundadores do Bandeirante FC. Foto: Arquivo pessoal/Valdemar Freitas

Hoje o campo de futebol não existe mais, deu espaço ao bairro Fava, mas o Bandeirante FC, um dos mais antigos clubes de futebol amador de Santo Ângelo, se mantém vivo. Prova disso foi o bom desempenho no Citadino de 2019. Foi à final contra o Império, clube que levou o troféu.

Valdemar Freitas, batedor (oficial) de pênaltis do Bandeirante nos anos 70, lembra que quando guri, se reunia com os amigos e jogava bola no campinho, no bairro Castelarin – que mais tarde se tornou a sede do clube. Quando adulto, defendeu o vermelho e branco do time do coração, mas deixou o futebol de lado para se dedicar a família.

“Iniciamos onde hoje é o bairro Fava, depois jogávamos no campo dos Ferroviários, por último no campo do frigorífico, em frente a Madeireira Gueller”, recorda.

O sogro de Freitas, seu Laudelino Lopes de Deus (Saci), foi um dos fundadores do Bandeirante. Hoje, clube tem a frente Anderson Ávila.

Diferentemente de 2019, em que a equipe se preparava para a disputa do Campeonato de Futebol Amador, este ano, não há expectativa para que torneio ocorra. “Acredito que nem deva sair neste ano”, pondera Ávila. “Penso que enquanto não passar essa pandemia, não teremos jogos”, avalia. Apesar de não ter treinado e sem perspectivas de o Citadino de fato acontecer neste ano, Ávila diz que o grupo “é um time mais de amigos, que de jogadores”, completa.

 

“Acho que o Citadino ficou mais competitivo – penso que por causa da uniaõ da 1ª e 2ª divisão. Ano passado foi um ano que teve várias equipes, mais jogos e confrontos bem mais disputados.”

-Anderson Ávila, presidente Bandeirante FC

 

 

 

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