‘2019 foi um ano crucial para mim’

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Uma das conquistas de Carlos foi a vaga para o Mundial de Tóquio - que seria neste ano, mas foi transferido em função da Covid. A oportunidade de competir mundialmente, porém, ficará de lado pela falta de apoio financeiro para arcar com as despesas de viagem. Foto: Arquivo pessoal

Afirmação é de Carlos Ruver, instrutor, técnico e atleta titular da Seleção Gaúcha de Taekwondo.

“Desde de 2018 venho batalhando pela possibilidade de participar em competições nacionais. Consegui realizar meu sonho de ir ao Rio de Janeiro em agosto de 2019, onde disputei o Campeonato Brasileiro e consegui um feito muito importante para minha carreira. Conquistei o 3º lugar, ainda, no ranking nacional, alcancei o 6º lugar. Esse momento foi muito marcante para mim”, conta.

Em 2020, os campeonatos foram todos cancelados (em virtude da pandemia), porém, a preparação para futuros torneios segue: “A expectativa é para o ano que vem. Focamos para 2021, preparando-me fisicamente e moralmente (porque senti muito o cancelamento de patrocínios e desistência de alunos treinarem)”, pondera o atleta.

Outra conquista de Carlos foi uma vaga para disputar o mundial de Taekwondo, em Tóquio – que seria neste ano, mas pela Covid-19, foi transferido para 2021.

Atualmente, Carlos treina dez atletas. Sendo nove que participam de campeonatos amadores (faixas coloridas), destes, oito ficaram campeões estaduais em 2018 e 2019. Um é faixa preta.

Esporte pós-pandemia

“Penso que o Taekwondo pode voltar mais fraco, principalmente pela desistência de alunos, falta de manutenção dos federados, custos (como patrocínio). Hoje estamos por conta própria. Então acredito que pode haver muita desistência por causa disso. Vamos sentir esse efeito, de falta de novos atletas, até pelos próximos três anos. Isso porque leva muito tempo para se preparar um atleta.”

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