Lembrança do esporte: ‘quando completei o Audax 1 mil km em 2016’

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“Sou otimista com o crescimento para o ciclismo pós-pandemia” Adair Tomazi, ciclista da ACM/Raptors e organizador do Clube Audax

Em 17 de abril de 2016, Adair Tomazi completava 50 anos e também fechava o ciclo das cinco etapas do Audax – modalidade de ciclismo não competitiva onde o objetivo é completar o percurso no tempo estipulado. O ciclista tem que ser auto suficiente, não podendo receber ajuda externa, somente de seus colegas de prova.

“Esse foi especial porque eu vinha de uma série do Audax completada em 2015 em Passo Fundo (200km, 300km, 400km e 600km) e após 74 horas de pedal, intercalado com momentos de descanso e alimentação, consegui chegar ao meu objetivo”, destaca o atleta. A conquista foi resultado do empenho dedicado ao esporte que se identifica.

Pós-pandemia

Temos notícias de que em países europeus as lojas e bike não fecharam durante a quarentena da pandemia, por ser considerada atividade essencial. Por aqui também percebo muita gente nova pedalando. Tivemos a instalação de duas lojas de bikes nos dois últimos anos em Santo Ângelo. Temos uma ciclovia que está começando a ser usada. Enquanto as academias fecharam, as pessoas foram para rua fazer sua atividade física, fazer caminhadas, corridas ou andar de bike.

Por tudo isso, sou otimista com o crescimento para o ciclismo pós-pandemia. As pessoas começam a pedalar para ter uma atividade física, vão pegando gosto, vão conhecendo outras pessoas que praticam o mesmo esporte e vão se desafiando. Em pouco tempo, muitos estarão participando de desafios, Audax e competições.

Precisamos também pensar na mobilidade urbana e nesse quesito a bike é perfeita. É um meio de transporte que contribui para diminuir os engarrafamentos, além de não poluir.

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