Mesmo com obra concluída, Escola Estadual Dr. Augusto do Nascimento e Silva permanece sem energia elétrica

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Na segunda-feira (16), a direção e pais da escola pediram apoio a vereadores de Santo Ângelo. Oda Kotowski/JM

Previsão para que a Rio Grande Energia (RGE) realizasse a ligação elétrica era a semana passada, mas foi adiada para mais alguns dias

O trabalho de reforma da rede elétrica e implementação de uma subestação na Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Augusto do Nascimento e Silva, em Santo Ângelo, foi concluído há quase 15 dias, porém, até ontem (18) a energia elétrica não havia sido colocada em funcionamento.

A ligação é de responsabilidade da concessionária Rio Grande Energia (RGE) e a previsão da direção da escola e da 14ª Coordenadoria Regional de Educação era de que seria realizada na semana passada.

DIRETORA: “FICAR SEM LUZ É DESUMANO”

A diretora do educandário Susana Kruel dos Santos lamenta que a energia ainda não tenha sido ligada e na segunda-feira (16) acompanhou um grupo de pais de alunos à Câmara de Vereadores com o objetivo de solicitar apoio dos vereadores para uma solução ao problema.

“As nossas secretárias estão tendo dificuldades para encerrar o ano letivo e realizar as matrículas. Por falta de energia, a escola também perdeu alunos – de quase 900 estudantes que tínhamos, agora estamos com menos de 800. Não temos água gelada e nem é possível ligar os ventiladores. Então isso é desumano para todos”, afirma a diretora.

14ª CRE ACOMPANHA O PEDIDO À RGE

A titular da 14ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Rosa Maria de Souza, explica que a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) estava com o contrato para adequação de um item e que enviou na segunda-feira (16) por Sedex à RGE. “Na terça-feira (17), mantive contato com a RGE e ficou acertado que assim que receberem o contrato com as devidas correções, será emitida ordem de serviço para a ligação da energia”, diz.

Rosa afirma que a CRE , realizou todas as demandas necessárias para a agilização desta obra, “porém tem itens que não dependem de nossa atuação, mas diariamente estamos envolvidas para agilizar esta questão”, observa.

Quanto à evasão dos alunos, a coordenadora de Educação acrescenta: _ “Neste momento – novembro e dezembro, posso garantir que a falta de luz na escola não é o motivo, pois esta situação iniciou em maio/2019. Visitei as turmas do noturno, que frequentam o Onofre Pires (Ensino Médio) e no Esther Schroder (Ensino Fundamental), logo que assumi a coordenadora, em setembro, e as turmas já encontravam-se com número reduzido de alunos”, finaliza.

A RGE informou através de nota que apenas ontem (18) recebeu o pedido de inspeção para a ligação de energia.

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