Nova nuvem de gafanhotos não tem potencial migratório

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Gafanhoto da espécie tucura não costuma se locomover a grandes distâncias. Foto: Héctor Medina/Senasa

De acordo com o fiscal estadual agropecuário Juliano Ritter, há novos agrupamentos de insetos, porém, não são da mesma espécie das nuvens registradas em julho. “A mais próxima está a 5 km do Brasil, mas ela não está se deslocando”, detalha Ritter.

A espécie dos insetos, conhecida como tucura (no Brasil como soldado, pelas cores características do dorso, verde e amarelo), não costuma se locomover a grandes distâncias, o que pode evitar a entrada dela em território brasileiro. Ainda, diferentemente da espécie Sul-americana, estes não tem potencial destrutivo . “Eles não atacam as cultuas, normalmente se alimentam de plantas daninhas”, detalha o fiscal. Ainda que, na Argentina, tenham atacado uma plantação de erva-mate.

Quanto às nuvens de insetos que assustaram os produtores da fronteira há alguns meses, pelo menos 12 delas foram controladas pelo Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa). “Hoje ainda há uma ou duas nuvens em Salta, que estão sendo acompanhadas pelas autoridades argentinas, uma vez que agora começam a se reproduzir e existe a preocupação com a formação de novas nuvens”, acrescenta Ritter.

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