UPA pode atender 24 horas ainda no primeiro trimestre

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Foto: Fernando Gomes/AI Prefeitura de Santo Ângelo

Santo Ângelo deu mais um importante passo em direção a abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em tempo integral, as 24 horas do dia. Na última semana, o prefeito Jacques Barbosa esteve em Porto Alegre reunido com a diretora do Fundo Estadual de Saúde (FES), Meriana Farid El Kek, dando continuidade às negociações para a liberação dos recursos por parte do Estado.

Prefeito Jacques Barbosa reuniu-se com a diretora do Fundo Estadual para tratar da liberação da contrapartida. Pedro Grass e Fábio Rolim acompanharam a audiência. Foto: Divulgação

A cobrança do município está relacionada à contrapartida mensal do Governo do Estado de R$ 75 mil para auxiliar no custeio do atendimento 24 horas.

UPA passará a atender 24 horas

Acompanhado dos assessores do gabinete do deputado Eduardo Loureiro, Pedro Grass e Fábio Rolim, o prefeito Jacques reafirmou o compromisso da gestão de colocar a UPA atendendo a população santo-angelense em tempo integral e lembrou a diretora do FES que o funcionamento está sendo garantido com recursos próprios do orçamento da Secretaria Municipal da Saúde.

Após o encontro na Secretaria de Estado da Saúde e a sinalização do Estado em repassar os recursos, a avaliação do prefeito é de que a UPA estará atendendo 24 horas, ainda no primeiro trimestre deste ano.

EM BRASÍLIA
Nesta semana, Jacques está na capital federal onde busca a liberação dos recursos pelo Ministério da Saúde referente à contrapartida da União, também no valor de R$ 75 mil.
O chefe do Executivo disse que, após a abertura da unidade em horário integral, o município irá trabalhar pela qualificação da UPA, o que possibilitará a ampliação de repasses do Estado e da União.

DÍVIDA
Jacques também cobrou as dívidas do Governo Estado com o município de Santo Ângelo na área da saúde que somam mais de R$ 6 milhões.

Segundo o prefeito, Santo Ângelo tem a receber mais de R$ 1 milhão empenhado e não pago e cerca de R$ 5 milhões que sequer foram empenhados pelo tesouro do Estado.

“Estamos custeando os valores devidos com recursos do orçamento do município e que são de obrigação do Estado. Não podemos e não vamos deixar a população sem atendimento na área da saúde. Agora, precisamos de uma solução do Estado”, explicou o prefeito.

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