7º RPMon se reúne com profissionais da educação para discutir a edição deste ano do Proerd

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O 7º RPMon recebeu na manhã de terça-feira (11), em sua sede, profissionais da educação para discutir a edição deste ano do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), cujas atividades foram iniciadas hoje. Além da secretária de Educação, Rosa Maria de Souza, e de representantes de escolas, também estiveram presentes a promotora de Justiça Paula Mohr e representantes do Conselho Tutelar.

Desenvolvido na região desde 2000, o programa abrange escolas das redes municipal, estadual e particular de ensino de Santo Ângelo, Entre-Ijuís, Eugênio de Castro, Vitória das Missões, São Miguel das Missões, Salvador das Missões e Guarani das Missões, tendo como instrutores integrantes do 7º RPMon. As atividades são desenvolvidas na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental e nos 5º e 7º anos. Com a educação infantil e anos iniciais, o Proerd é desenvolvido mediante solicitação da escola e são entre três e quatro encontros com os alunos – com o uso de cartazes ilustrados –, mais encerramento. Nos 5º e 7º anos, as atividades ocorrem ao longo do ano – parte das turmas participa do programa no primeiro semestre e outra no segundo, e ao fim de cada semestre é realizada uma formatura.

MUDANÇAS NO MATERIAL DO 5º ANO
Em seu pronunciamento, que abriu a reunião, o comandante do 7º RPMon, major Jacob Aristeu Pinton, destacou as mudanças que houve em 2014 no material do 5º ano e ressaltou a importância do programa. “O Proerd é nosso carro-chefe em trabalhos sociais. Tivemos uma preparação intensa durante as férias escolares e queremos dar cada vez mais visibilidade ao programa”, disse. A reunião também teve a presença do capitão Régis Copetti e a explanação foi feita pelas instrutoras do programa Deise Cristina Daponte, Gracieli Tschiedel e Adriane Machado dos Santos. “Anteriormente, quanto a drogas, as cartilhas do 5º ano abordavam tanto as lícitas quanto as ilícitas. Hoje, o material é feito em formato de revista e só são abordados o cigarro e as bebidas, porque são as drogas que mais matam. Também foram inseridos materiais sobre bullying e redes de apoio, além de sinais de tensão e pressão que as crianças podem sentir em situações do cotidiano”, explicou Gracieli.

Na reunião, também foi feita uma apresentação do teatro de fantoches utilizado no encerramento das atividades da educação infantil e anos iniciais. No ano passado, de acordo com a instrutora Deise, foram quase 700 alunos formados no primeiro semestre e, no segundo, 600. “Percebemos todo ano uma evolução grande nos alunos quanto ao início das atividades e o fim. Trabalhamos muito a disciplina e o respeito, e essas são características que vemos que eles desenvolvem muito bem ao longo dos trabalhos”, declarou Deise.