“A essência do Jornal das Missões vai continuar sendo a produção de conteúdo de qualidade”

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O diretor do Jornal das Missões, Eduardo Debacco Loureiro, nestes 30 anos do JM esteve à frente da empresa por diversas situações, onde acompanhou e liderou a evolução e maturidade do jornal.

Em entrevista, ele fala dos principais desafios enfrentados e do que se pode esperar para os próximos anos.

 

JORNAL DAS MISSÕES – O sr. foi diretor do Jornal das Missões em dois períodos. Que desafios o JM enfrentou nos períodos em que esteve à frente da empresa?

EDUARDO LOUREIRO – Assumi a direção do Jornal das Missões pela primeira vez em 1992. Foi um período de muitas transformações. A informatização completa de todos os setores, a contratação de novos profissionais, a ampliação da periodicidade do jornal, que passou para trissemanal, e o lançamento de novos produtos marcaram essa época. Essas mudanças fizeram com que o Jornal das Missões se tornasse líder em circulação na região das Missões. Hoje, o JM investe em novas plataformas de mídia, que se constitui numa grande oportunidade para ampliar o seu alcance e a interatividade com o seu público. A essência, porém, vai continuar sendo a produção de conteúdo de qualidade.

 

JM – Os jornais em geral acabam mantendo uma vasta relação com a comunidade onde estão inseridos. Como pode ser descrita a relação do JM com a comunidade de Santo Ângelo e das Missões?

EDUARDO – A marca do jornalismo comunitário, praticado pelo Jornal das Missões, é justamente a forte relação que se estabelece entre o veículo e a comunidade. Essa relação se fortalece através, não apenas da divulgação dos fatos que mexem com a vida da comunidade, mas da publicação dos diferentes pontos de vistas e do confronto de ideias sobre temas relevantes para o desenvolvimento da região, debate este que contribui para a busca de soluções e para a melhoria das condições de vida das pessoas.

 

JM – Nos últimos 30 anos, o JM passou por diversas fases, tanto no que diz respeito à tecnologia utilizada para a produção do jornal, quanto pelos períodos que a cidade e a região viveram. O que lhe marcou nesses 30 anos do Jornal das Missões?

EDUARDO – Muitas foram as mudanças ocorridas nestes últimos 30 anos. A tecnologia, através da informatização e da internet, facilitaram o trabalho e permitiram uma interatividade muito maior entre os veículos de comunicação e a comunidade. As pessoas se tornaram muito mais críticas, mais exigentes, o que tem exigido das empresas, de todos os setores, uma qualidade muito maior na prestação dos serviços. Porém, o que não mudou foram os princípios que nortearam a criação do Jornal das Missões, expressados no seu primeiro editorial, publicado na sua edição do dia 15 de junho de 1983.

 

JM – O que podemos esperar para os próximos 30 anos do JM?

EDUARDO – A velocidade das mudanças, nos próximos anos, serão ainda maiores, e o JM se prepara para o desafio, investindo em novas tecnologias e na capacitação de pessoal. A forma de comunicação, nos próximos anos, será marcada pela utilização de múltiplos meios. Inovar, investir em novas tecnologias e evoluir constantemente, são valores que sempre fizeram parte da história do jornal.