Antonio Ternes assume a direção da CNEC/Iesa

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Aumento do número de cursos, incluindo extensão e pós-graduação, é uma das metas

Em cerimônia ocorrida na manhã de ontem (22), no Auditório Vermelho do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo (Iesa), o professor Antonio Roberto Lausmann Ternes assumiu a direção da instituição de ensino superior e do Colégio Cenecista Sepé Tiaraju. Ternes substituirá o professor Júlio César Lindemann, que durante cinco anos esteve à frente da CNEC/Iesa em Santo Ângelo.

Estiveram presentes na solenidade o diretor-executivo da CNEC, professor Adelar Hengemühle, a vice-prefeita de Santo Ângelo, Nara Damião, o presidente da Câmara de Vereadores, Vinícius Makvitz, o membro da diretoria nacional da CNEC e conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio Grande do Sul Luiz Alberto Machado, demais autoridades, professores, funcionários, alunos e ex-alunos das instituições de ensino.

O nome de Antonio Ternes foi confirmado para o cargo na segunda-feira (20), após comunicado oficial da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC), mantenedora do Iesa. Ternes é natural de Giruá e desempenhava a função de diretor da Fundação Educacional Machado de Assis (Fema), de Santa Rosa. Lindemann deixa o cargo em Santo Ângelo para assumir a direção da Faculdade Cenecista de Osório (Facos) e do Colégio Cenecista Marquês de Herval, também de Osório, integrantes da rede.

PRONUNCIAMENTOS
Visivelmente emocionado, o professor Júlio César Lindemann, em seu discurso de despedida, agradeceu a colaboração de todos os professores, funcionários e alunos durante os cinco anos em que permaneceu à frente da instituição. Ele julgou importante para a CNEC a estratégia de rodízio, em períodos de cinco anos, dos dirigentes da rede de ensino para “oxigenar a instituição”. Lindemann desejou sorte ao novo diretor e ressaltou o desafio que terá à frente da Facos, substituindo Adelar Hengemühle. “Substituir um grande diretor, que transformou aquela unidade no primeiro centro universitário da CNEC, não é tarefa fácil”, avaliou.

“O maior legado que estou levando daqui não são as obras físicas que fizemos juntos, mas sim o aprendizado e a amizade que eu pude conquistar nesta terra missioneira. Somo à minha tarefa de missionário, agora, o título de missioneiro. A toda a comunidade e imprensa, deixo meu agradecimento. Sinto muito orgulho de ter estado à frente destas duas instituições. Estou saindo daqui muito melhor do que cheguei”, disse.

O diretor-executivo da CNEC deu as boas-vindas ao novo diretor citando o hino da rede. “Antonio, seja bem-vindo. Nosso hino já diz ‘trabalhar, trabalhar, trabalhar’. Eu não vejo sucesso em nenhuma atividade se não houver planejamento, método e disciplina. É neste espírito que nós queremos a CNEC: respeito, planejamento, metodologia clara de trabalho e disciplina de metas atingidas. E para isso você vai precisar contar com cada um dos colaboradores”, manifestou-se Adelar Hengemühle.

PRIMEIRO PRONUNCIAMENTO
Antonio Roberto Lausmann Ternes, em seu primeiro pronunciamento como diretor da CNEC/Iesa, agradeceu a confiança depositada em seu trabalho e ressaltou que buscará trabalhar sempre em acordo com os princípios e visão da rede de ensino, visando melhorar a qualidade de vida da região de abrangência “por meio da formação de pessoas responsáveis, conscientes de seus direitos, empreendedoras, e que tenham a sustentabilidade como princípio para o desenvolvimento”.
“Almejo atender às expectativas em relação ao crescimento e valorização da rede CNEC com a certeza de que, para isso, terei à disposição recursos humanos e financeiros suficientes.

Especialmente, pretende-se concentrar ações na continuidade do crescimento do número de alunos de toda a unidade, envolvendo a educação básica e superior. Ainda, o aumento do número de cursos superiores a serem oferecidos, incluindo cursos de extensão e pós-graduação, e empreender esforços na melhoria dos conceitos dos cursos superiores informados pelo Ministério da Educação. Também um estudo de viabilidade e possível implementação de cursos técnicos e centro universitário”, salientou Ternes.