Apmig espera vender 150 toneladas de melão até o final da feira em fevereiro

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Durante a Feira na Praça Leônidas Ribas são vendidos melões gaúcho e halles best

 Há uma semana, o melão é o protagonista em Santo Ângelo. A fruta pode ser adquirida na Praça Leônidas Ribas (Praça do Brique), durante a 10ª edição da Feira do Melão, que ocorre diariamente até o final da safra, das 9h às 16h. Promovida pela Emater, Prefeitura e Associação de Produtores de Melão da Ilha Grande (Apmig), a feira estimula o consumo da fruta junto ao público urbano e facilita a venda direta pelo produtor.

A previsão é de que sejam comercializados em torno de 150 toneladas do produto in natura até o final da feira em fevereiro. Segundo o chefe da Emater, Álvaro Rodrigues, este ano a safra deverá superar significantemente a do ano passado, quando os produtores enfrentaram problemas em função da estiagem. “O tempo está contribuindo e, por isso, espera-se que os agricultores alcancem uma produtividade de 15 toneladas por hectare, totalizando 300 toneladas de melão. Dezessete famílias cultivaram sementes de melão em 20 hectares. Deveremos então ter uma boa safra tanto em volume quanto em qualidade da fruta”, afirma.

Segundo a presidente da Apmig, Líria Fonseca, no momento estão sendo vendidos melões das qualidades gaúcho e halles best. A partir da primeira semana de janeiro também haverá melões cantaloupe e magelan. Os preços do quilo in natura variam de R$ 2,50 e R$ 3,00.

O melão é cultivado no município há mais de três décadas, mas foi há oito anos que Prefeitura e Emater começaram a desenvolver um trabalho específico de incentivo à produção da fruta, como forma de diversificar as atividades agrícolas.

A primeira ação foi a montagem da feira. “A população da cidade já espera por ela, uma oportunidade de adquirirem a fruta fresca, com origem conhecida e acompanhamento da Emater”, relata Líria.

O próximo objetivo dos agricultores é a instalação de uma agroindústria, que deverá iniciar suas atividades em breve.