Brique: programa que já faz parte do cotidiano do santo-angelense

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Brique acontece na Praça Leônidas Ribas, conhecida como a Praça do Brique

A história do Brique da Praça iniciou em 1991, quando Santo Ângelo completava 118 anos. De lá para cá, essa relação só se estreitou. “O Brique da Praça se tornou um programa que faz parte do cotidiano do santo-angelense”, diz o presidente da Associação do Brique da Praça, Dalmir Ledur.

Dalmir Ledur afirma que relação do Brique com Santo Ângelo é de muito carinho, apoio e de encontro das famílias

“Então essa relação é de muito carinho, apoio e de encontro das famílias. Acredito que Santo Ângelo pode ser chamada de cidade do Brique”, reforça.

Em 2020, o brique completa 29 anos, Santo Ângelo, 147. “Acho que somos uma cara da cidade nos domingos de manhã”, reforça. Hoje a média de expositores é de 80 a 100, mas há épocas que ultrapassam as 100 bancas. “Ao longo das quase três décadas, já tivemos mais de 2 mil inscrições”, destaca.

No interior, são poucas as cidades que abrem espaço para exposição e comercialização de trabalhos dos artesão locais. Santo Ângelo tem essa característica e é no Brique que ela transparece.

SUSPENSÃO
Neste ano, excepcionalmente, o Brique deixou de acontecer (que não seja por motivo de chuva), uma vez que foi cancelada a edição do último domingo (22). Isso porque um decreto municipal suspendeu a realização de eventos que envolvam aglomeração de pessoas para evitar uma possível contaminação por coronavírus.

Ao longo de sua história, Ledur diz que poucas vezes o Brique foi suspenso. “Lembro que tivemos uma ou duas edições, que devido ao desfile, de 7 de Setembro ou 20 de Setembro, não fizemos porque a praça era ocupada com estrutura de som. Mas, nem quando a praça foi reformada, deixamos de realizar o Brique. Nesse período fizemos em frente ao teatro”, lembra.

“Nos demais dias, tendo Fenamilho, endo Carnaval, 1º de ano…o Brique sempre aconteceu”, reforça.

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