Construção civil de Santo Ângelo tem crescimento de 118% em 2011

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Neste ano, município registrou mais de 1.800 novas moradias, contra 830 em 2010

Durante encontro com o prefeito Eduardo Loureiro, na segunda-feira (28), o presidente da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos de Santo Ângelo (Senasa), Norberto Ilgner, destacou que a construção civil do município teve um crescimento de 118% em 2011. Dados apresentados por Ilgner revelam que esse ano foram 1.811 registros de construções de apartamentos e moradias em Santo Ângelo.

De acordo com o presidente da Senasa esse número supera os 830 registros de 2010, ou seja, aumento de 118% na área da construção civil. Ele revela ainda que o número de 2010 foi a média dos últimos seis anos e 2011 reflete o momento positivo da cidade, que está com o mercado da construção civil completamente aquecido, movimentando a economia e promovendo a geração de emprego.

Ilgner afirma que esse momento positivo deve-se a inúmeros fatores como a política habitacional do Governo Federal, com linhas de financiamentos pela Caixa Econômica Federal (CEF), assim como a moderna lei de incentivos da Prefeitura de Santo Ângelo que tem concedidos benefícios ao setor, através de desconto de 100% do IPTU sobre o terreno no qual for edificada uma nova construção, durante a execução da obra e na vigência desta lei; desconto de 50% da alíquota do imposto sobre sobre o ITBI, na regularização da primeira transação do imóvel já construído ou concluído; e desconto de 50% da taxa de licença para execução de obras, seja em reforma, ampliações, construções ou edificações novas.

PROJETO DE LEI

Outro assunto em pauta foi o projeto encaminhado pelo prefeito Eduardo Loureiro à Câmara de Vereadores que prevê a flexibilização da regularização de imóveis, atendendo uma reivindicação da Senasa. A lei tem por finalidade regularizar o imóvel e resgatar um direito anteriormente reconhecido, possibilitando àqueles que já possuem sobre seu terreno ou lote legalizado, edificação construída, desde que resguardadas e asseguradas as condições de habitabilidade, segurança e salubridade. A ideia é adequar esses imóveis à lei do Plano Diretor do município. Com a aprovação desse projeto, os proprietários podem averbar seus bens, facilitando desse modo o acesso a linhas de créditos para a construção, obras de melhorias ou venda.