Dia do Colono e do Motorista: ‘Esse dia é como se fosse um aniversário’

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Há nove anos Anderson Coelho, 32 anos, dedica-se a profissão de motorista. Foto: Arquivo pessoal

Na crença católica, o dia 25 de julho é lembrado como Dia de São Cristóvão, considerado o padroeiro dos motoristas. Porém, mais que uma celebração religiosa, atualmente, o país reconhece o trabalho realizado por estes profissionais – sejam motoristas de caminhão, de ônibus, de táxi ou de veículo de passeio –. São eles que têm a responsabilidade de transportar pessoas, alimentos, insumos industriais, medicamentos e tantos outros produtos essenciais.

Um destes é Anderson Coelho, 32 anos, que desde criança sonhava em ser motorista. Há nove anos trabalha na profissão que sempre desejou.

Hoje, funcionário da Uggeri SA, ele carrega grãos, areia ou calcário, todos os roteiros são dentro do estado. “Hoje fico de três a quatro dias fora”, afirma. Mas nem sempre foi assim, antes chegava a ficar quase semana longe de casa.

Para o homem, que quando pequeno sonhava em ser motorista, o dia 25 de julho “é como se fosse um aniversário”. “Para mim é um dia de comemoração. Essa data representa muita coisa boa para nós, motoristas”, reforça.

Dificuldades

Ele relata que no início “era bem melhor para o caminhoneiro”, hoje, porém, afirma que está bem mais complicado. “É uma grande dificuldade ficar dias longe de casa, o trânsito e as estradas estão em más condições. Essa pandemia tem dado muito problema pra nós. Tem lugares que não tem alimento, alguns estão fechados, outros que os motoristas tinham acesso para almoçar e hoje não tem mais. Tem de comprar marmita ou fazer seu próprio almoço”, conta.

 

 

 

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