Em nota, Batalhão de Comunicações diz que retirada de Cruz Missioneira é provisória

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A retirada, depois de 18 anos, da cruz missioneira da frente do 1º Batalhão de Comunicações (B Com) de Santo Ângelo, gerou repercussão entre a comunidade.

O fato chamou a atenção da sociedade por causa da relação cultural do símbolo que está associado à história da colonização jesuítico-guarani.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), o chefe da Seção de Comunicação Social do 1º B Com, subtenente Elton Luis Leite, esclarece o motivo da retirada da provisória da Cruz Missioneira, conhecida como Cruz de Caravaca ou Lorena, da frente do aquartelamento.

“Tal procedimento faz parte de um processo de aprimoramento e adequação do sistema de segurança do quartel, que entre outros projetos inclui a construção de uma entrada exclusiva para pedestres e cadeirantes, diferente do acesso atual, realizado em conjunto com carros particulares e viaturas militares. Esclarecemos que o 1º B Com sempre respeitou e respeita o símbolo missioneiro, ostentado com muito orgulho em nosso distintivo da Organização Militar (OM). Cabe ainda destacar que, no interior da OM existe uma capela que é uma reprodução reduzida da igreja que simbolizou as reduções dos Sete Povos das Missões”.

A nota ainda diz que a intenção é de colocar uma nova cruz em uma posição que melhor represente a dimensão histórica e a memória da 16ª Brigada de Infantaria Motorizada, em frente ao quartel.