Fabricação de sabão ecológico pode virar documentário

0
255
Débora Pedroso afirma que o projeto consiste em divulgar a iniciativa e fazer com que as pessoas reconheçam a marca e saibam como colaborar com o projeto. Arquivo Prefeitura de Santo Ângelo

Em reunião realizada na tarde de terça-feira (7), na Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), foi tratado sobre o desenvolvimento de um projeto de vídeo com o intuito de dar maior visibilidade ao Projeto Fábrica de Sabão Ecológico Curumim.

O encontro contou com a presença do servidor da Secretaria de Meio Ambiente, Douglas Barbosa, da agente penitenciária Débora Pedroso, responsável pelo projeto Fábrica, e a agência RDF Films, representada pelos diretores Priscila Cardoso e Luciano Rodrigues, além de integrantes da Zona de Inovação Criativa e Sustentável de Santo Ângelo (Zissan) e da coordenadora do Programa Inova Santo Ângelo, Helenice Reis.

De acordo com a agente penitenciária Débora Pedroso, o projeto consiste na criação de um sabão ecológico por parte dos apenados, os quais são distribuídos a mais de 2,8 mil pessoas privadas de liberdade, nas cidades da 3ª Região Penitenciária gaúcha. A matéria-prima utilizada na produção é o óleo de cozinha usado. O sabão é produzido por apenados do Instituto Penal de Santo Ângelo. “Vai ser produzido um Storytelling (contar a história) sobre o Projeto Curumim e a prática do mesmo no sistema prisional. A ideia do vídeo é divulgar a iniciativa e fazer com que as pessoas reconheçam a marca e saibam como colaborar com o projeto”, explica.

Segundo o servidor da Semma, Douglas Barbosa, o objetivo é fazer com que a marca Projeto Curumim seja vista pela população como meio sustentável e exemplo vivo que dão aos apenados uma perspectiva de mudança por meio do trabalho.

O projeto “Sabão Ecológico Curumim” foi lançado pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), em parceria com o Instituto Penal de Santo Ângelo, com apoio do Governo Municipal, Semma, Faculdade CNEC Santo Ângelo, Conselho Penal e Fundopem/RS – Comdema, Ministério Público, Poder Judiciário, e Corsan.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here