Falta de atendimento médico no Posto 22 de Março revolta população local

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Reunião foi realizada para debater problema entre médicos e Secretaria de Saúde

O atendimento no Posto da 22 de Março voltou a ser contestado pela comunidade santo-angelense ontem (5). Durante a programação do Rádio Visão, da Rádio Santo Ângelo, inúmeros ouvintes entraram em contato com a produção para protestar quanto à falta de atendimento médico no posto. Conforme os relatos, muitos pacientes procuraram o atendimento mas, ao chegar, foram informados de que não havia médicos para os atender e também não haveria previsão de quando o atendimento seria normalizado.

Em contato com o atendimento do posto, foi informado à reportagem da Rádio Santo Ângelo e Jornal das Missões que o atendimento médico deveria ter sido normalizado ontem (5), mas os médicos não apareceram e não era possível fazer renovações de receitas e encaminhamento para exames. Os atendentes do local não sabiam indicar também quando a situação seria normalizada.

Já a secretária municipal de Saúde, Claudete Cruz, conversou com a reportagem por telefone e esclareceu que no final da tarde de ontem seria realizada uma reunião com os médicos para organizar o sistema de atendimento do 22 de Março.

“Pretendemos normalizar o atendimento o quanto antes, por isso essa reunião servirá para organizarmos a distribuição dos profissionais e horários de atendimento. Se chegarmos à conclusão de que há de fato falta de médicos, vamos contratar novos profissionais”, ressalta. Até o fechamento desta edição ainda não havia resultado da reunião.

ATENDIMENTO NOS BAIRROS
A secretária de Saúde enfatiza também a importância de procurar atendimento médico nas Estratégias de Saúde da Família dos bairros, tendo em vista que o atendimento existente no Posto 22 de Março também é disponibilizado nessas localidades. “Há uma cultura criada pelas pessoas de buscar o atendimento primeiramente no 22 de Março ou no pronto-atendimento do Hospital Santo Ângelo. É importante esclarecer que esse atendimento está descentralizado e existe nos bairros”, conclui.