Greve dos Caminhoneiros: Missões não deve ter adesão à paralisação

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Em 2018, houve passeata pelas ruas centrais de Santo Ângelo. Neste ano, integrantes do Sindicato não sabem afirmar se a mobilização será semelhante àquela

Organizada para a próxima segunda-feira, 1º de fevereiro, a paralisação dos caminhoneiros, na região Missioneira, deve ter pouca adesão, é o que indica o representante Missões do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ijuí/Região Noroeste (Sinditac), Bruno Tagliari.

Ainda, segundo o representante, a mobilização, convocada pelo Conselho Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas (CNTRC) se trata de uma jogada política.

O presidente do Sinditac, Carlos Alberto Litti Dahmer, diz que não há como afirmar se a greve será igual a de 2018, nem se ela se prolongará por mais de um dia, “tudo depende da própria mobilização”, diz Dahmer.

Por se tratar de um movimento ao qual o Sindicato não é filiado, a adesão dos motoristas é individual. “A pauta das reivindicações é extremamente positiva, mas, basicamente, está em cima do que pedíamos em 2018 e não levamos”, acrescenta o líder sindical.

Entre os motivadores da greve está a alta do preço do diesel. Outras reivindicações são o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.

Paralisação descartada

Em reunião realizada na segunda-feira (25), entidades discutiram sobre uma mobilização que vem sendo divulgada em redes sociais pelo Conselho Nacional do Transporte de Cargas (CNTC).

O presidente da Fecam-RS, André Costa, diz que o CNTC não tem representatividade legal para falar pela categoria. Durante a reunião de segunda-feira, os participantes colocaram o posicionamento de cada sindicato e entidade sobre uma possível paralisação.

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