Há 37 anos registrando a história de Santo Ângelo e das Missões

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Em 15 de junho de 1983 surgia, em meio ao clamor pelo retorno da democracia, o Jornal das Missões. Nesta segunda, periódico completa 37 anos de história, em meio a um cenário completamente inimaginável, de pandemia mundial.

A história do JM começou com a iniciativa de Marcelino Debacco e Adroaldo Mousquer Loureiro, que discutiram a criação de um veículo alternativo de comunicação, baseado na pluralidade de ideias e compromisso com a comunidade santo-angelense.

O primeiro passo foi a fundação da Gráfica São Miguel, em 1983. Na sequência, em 15 de junho nasceu o Jornal das Missões. As primeiras publicações foram semanais, mais tarde passou a circular duas vezes na semana, depois tornou-se trissemanário. Atualmente, pelo cenário de pandemia de Covid-19, circula duas vezes na semana e ainda está nas plataformas digitais e redes sociais da internet.

Nestes 37 anos, o JM cresceu por meio do trabalho de profissionais que aqui passaram e que aqui estão. O princípio de suas publicações sempre foi marcado por ética, respeito as diferentes correntes de pensamento e consolidado na marca de credibilidade na informação.

Atualmente, a empresa é administrada pela diretora Neiva Debacco Loureiro. A edição está a cargo do jornalista Hogue Dorneles.

Ao longo dos anos, o JM tem registrado os principais fatos do município e da região através de suas editorias e reportagens. Desenvolve cadernos especias, que marcam datas importantes, como Dia das Mães, Dia da Mulher e Natal. Em paralelo apresenta um qualificado grupo de articulistas que assinam as colunas, constituindo-se em uma importante ferramenta de formação de opinião.

Neste ano, decidimos resgatar a história de profissionais que contribuíram para a trajetória do Jornal das Missões. Ao longo dos próximos dias, leitor poderá ver esses relatos, conhecer mais sobre o JM, quem o faz hoje e o que pensa a comunidade.

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