Horário de verão termina à 0h de domingo, dia 16

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Relógios deverão ser atrasados em uma hora

A 43ª edição do horário de verão termina à 0h de domingo (16), quando os relógios deverão ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal. Após 119 dias, desde o início do horário especial, a Rio Grande Energia (RGE), distribuidora de energia elétrica que atende a 262 cidades do Estado, registrou uma redução de 0,63% no consumo de energia elétrica na sua área de concessão, e ainda uma diminuição de 5,25% na demanda no horário de pico.

Essa economia no consumo de energia elétrica corresponde a 23.690 MWh, volume suficiente para atender a uma cidade como Caxias do Sul por sete dias. A economia é possível em razão do melhor aproveitamento da luz natural, já que essa defasagem de uma hora torna os dias “mais longos”.

HISTÓRICO NO BRASIL
A medida foi adotada pela primeira vez no Brasil em 1931, mas de forma consecutiva o horário de verão acontece há 28 anos. Esta é 43ª edição do horário de verão no Brasil. Os estados que adotam a medida são o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Em 8 de dezembro de 2008, foi assinado pelo então presidente Lula o decreto de número 6.558, que estabelece os padrões para as futuras horas de verão em parte do território nacional.

Atualmente, vários países fazem mudança no horário convencional para aproveitar a luminosidade do verão. Entre eles estão os países membros da União Europeia, a maioria dos países que formavam a antiga União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile).

PROTEÇÃO
A RGE possui equipamentos de proteção na rede elétrica que desligam automaticamente o fornecimento de energia nos casos de rompimentos e queda de fios e cabos no solo. Mesmo assim, ninguém deve se aproximar ou tocar na fiação caída. Ao ver um fio solto na rua, a recomendação é manter distância. Por segurança, não se deve aproximar ou tocar nos cabos.