Implantação de curso de Medicina em Santo Ângelo seria através da expansão da UFFS

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Proposta foi sugerida pelo reitor da universidade em audiência

Autoridades de Santo Ângelo e região debateram nesta semana, em Brasília, a implantação de um curso de Medicina em Santo Ângelo. O tema foi tratado no Ministério da Educação, em audiência articulada pelo presidente da Câmara de Vereadores, vereador Diomar Formenton (PT), junto ao gabinete do senador Paulo Paim.

Integraram a comitiva santo-angelense o prefeito Valdir Andres, os vereadores Diomar Formenton e Gilberto Corazza e o representante do Sindilojas Estevão Moor, além do reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Jaime Giolo, do deputado federal Elvino Bohn Gass e do coordenador da Famurs, Mario Nascimento. O grupo foi recebido pelo coordenador geral de Expansão e Gestão, Antônio Simões Silva, e pelo diretor de Desenvolvimento em Educação e Saúde, Vinícius Ximenes.

DOCUMENTOS

Na ocasião, foram apresentados documentos que comprovam a capacidade, o empenho e o compromisso da região em implantar um curso de medicina público em Santo Ângelo. “Reafirmamos nossa disposição e mobilização em vista do curso. Reiteramos o apoio da região com relação ao pleito e enfatizamos o empenho do governo municipal e da comunidade, através de suas organizações, para atender todas as exigências estabelecidas pelo Governo Federal”, afirmou Formenton.

Na visão do Jaime Giolo, a alternativa mais viável para Santo Ângelo seria o processo de expansão via universidades públicas já habilitadas. A ideia, apontada pelo reitor, é a implantação de um curso de Medicina público de caráter regional, vinculado ao campus da UFFS de Cerro Largo, mas executado em Santo Ângelo.

PLANO DE EXPANSÃO

Segundo Diomar Formenton, para a concretização do pleito é preciso que a região trabalhe em conjunto com o Campus Cerro Largo para incluir a meta em seu plano de expansão, a fim de que a proposta seja aprovada pela reitoria da UFFS. Para os vereadores Formenton e Corazza, a alternativa apontada pelo reitor Jaime Giolo configura-se na mais viável e, diante disso, o momento é de articulação, união e mobilização da comunidade local e regional.