Legislativo: presença de pessoas com deficiência no mercado e UPA pautaram reuniões em Porto Alegre

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Vereadores Lauri Juliani (PDT) e Vinícius Makvitz (PMDB) estiveram na Capital

Projetos e diversas reivindicações da comunidade santo-angelense estão sendo apresentadas, constantemente, na Capital. Nesta semana, o vereador Lauri Juliani (PDT), presidente em exercício do Legislativo, e o vereador Vinícius Makvitz (PMDB) estiveram reunidos com o superintendente regional do Trabalho e Emprego, Neviton Nornberg, e com o chefe da Divisão de Atendimento ao Trabalhador, Adolar Queiroz.

Na ocasião, os parlamentares falaram sobre a demanda existente e o restrito espaço destinado às pessoas com deficiência no mercado de trabalho local e regional. Questões relacionadas à legislação vigente, assim como ações que possam colaborar para a ampliação das oportunidades de emprego para o segmento, pautaram a reunião.

Conforme explica Juliani, o encontro teve por finalidade buscar subsídios para a elaboração de projetos que possibilitem a execução de políticas públicas voltadas para a inserção, ainda maior, de pessoas com deficiência. “Essa é uma luta constante. Temos consciência dos avanços que a nossa legislação já apresentou com relação à questão, mas ainda temos muito a fazer”, reitera Lauri Juliani.

UNIDADE DE PRONTO-ATENDIMENTO
O caso da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Bairro Pippi também foi pauta de reunião em Porto Alegre. Juliani e Makvitz estiveram na Secretaria Estadual de Saúde para tratar sobre o assunto e, ainda, buscar informações sobre o andamento do processo de implantação do serviço de alta complexidade no Hospital Santo Ângelo.

Os parlamentares foram recebidos por técnicos da secretaria e pelo assessor de gabinete, Rogério Nardeli Kohlaurausch. O coordenador estadual de Rede de Emergência Urgência, Ramon Paiva Garcia, também acompanhou as reivindicações dos vereadores.

De acordo com os vereadores, a situação é crítica e de extrema urgência, tendo em vista que, de acordo com Paiva, existe a possibilidade de que Santo Ângelo venha a perder a UPA por conta do prazo estipulado pelo Tribunal de Contas da União para o início das atividades. O tempo determinado expirou na última quarta-feira (28). Vereadores vão recorrer para que a situação ainda possa ser revertida.