Moradores da Rua Aniceto Gomes Castanho reclamam de iluminação precária

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Setor responsável garante que irá priorizar problema relatado pelo Jornal das Missões

Mesmo com a proximidade com a Polícia Federal, os moradores da Rua Aniceto Gomes Castanho, cruzamento com a Avenida Sete de Setembro, têm reclamado da falta de segurança, principalmente pela ausência de iluminação no local.
Conforme Elisabete Abril, moradora do edifício Fernanda, tem se tornado comum o arrombamento de carros no prédio e arredores. “Entraram em um dos apartamentos aqui do edifício com os moradores em casa durante a madrugada. Isso nos assustou e nos fez providenciar novas fechaduras. Porém, vivemos em uma tensão e isso é causado, principalmente, pela escuridão em frente ao nosso portão. Nessa rua está difícil de andar e percebemos que a escuridão facilita a entrada de estranhos nas residências”, destaca.
Tiago Santos, também residente da Rua, diz que trabalha à noite e que está cada vez mais difícil chegar em casa com segurança. “Eu vim morar aqui achando que era um lugar tranquilo, mas sempre tem gente nos cantos causando insegurança. Acho que existe a necessidade de podar as árvores, já que os poucos postes que têm, estão cobertos por elas”, explica o morador.

PALAVRA DO ÓRGÃO RESPONSÁVEL
De acordo com Leandro Nunes Teixeira, coordenador da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos, o órgão responsável pela iluminação pública do município não tinha conhecimento sobre esse problema, mas tentará priorizar o problema relatado pela reportagem do Jornal das Missões. “Aqui recebemos as solicitações via telefone, quando é feito um protocolo. Há uma lista de espera, já que Santo Ângelo tem 12 mil pontos de iluminação”, explica.
As prioridades da Secretaria são proximidades com escolas, hospitais e empresas. Conforme Leandro, houve uma demanda reprimida nos meses de outubro, novembro e dezembro, devido ao excesso de chuva no município. “Temos duas equipes com quatro funcionários trabalhando no setor de iluminação pública. Se chove, essas equipes não podem trabalhar. Em compensação, em janeiro, de 800 solicitações, foram feitas 640, em ordem de chegada. Então foi um número bem expressivo”.

DENÚNCIAS
As denúncias podem ser feitas diretamente para a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos pelo telefone 55 3312 1995. “É a partir desse contato que tomamos conhecimento da situação e podemos ter alguma atitude quanto a isso, então qualquer reclamação relativa a isso pode ser relatada por esse telefone”, completa o coordenador.