Número de empregos segue caindo em Santo Ângelo

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Em junho, foram cortados 71 postos de trabalho com carteira assinada

Os efeitos negativos da crise econômica no país continuam sendo sentidos em Santo Ângelo. No mês de junho, o município contabilizou a perda de 71 empregos formais, com 577 desligamentos e 506 admissões.

Os dados foram divulgados na sexta-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
De janeiro a junho deste ano, o saldo negativo em Santo Ângelo chega a 179 empregos formais (3.925 desligamentos contra 3.746 admissões). O mês com pior desempenho neste ano foi maio, com um corte de 137 vagas com carteira assinada.

O resultado do primeiro semestre de 2015 em Santo Ângelo é o pior já registrado desde o começo da série histórica, em 2007.
De janeiro a junho do ano de 2014, o município havia registrado um saldo positivo de 264 empregos formais. Em junho do ano passado, houve o acréscimo de 27 vagas.

Atualmente, existe em Santo Ângelo um total de 17.058 empregos formais, distribuídos em 5.152 estabelecimentos.

MICRORREGIÃO
Diferentemente de Santo Ângelo, a microrregião – na qual o MTE engloba 16 municípios próximos – apresentou um saldo positivo. De janeiro a junho deste ano, houve um ganho de 67 empregos formais, com 6.705 admissões e 6.638 desligamentos. No mês de junho, a situação foi de estabilidade na microrregião, com o decréscimo de apenas dois postos de trabalho (956 desligamentos e 954 admissões).

ESTADO E PAÍS
No Rio Grande do Sul e no Brasil, o mês de junho foi bastante negativo para o mercado de trabalho.

No Estado, foi registrada a perda de 14.013 vagas formais em junho. No país, houve o corte de 111.199 postos com carteira assinada, o que consiste no pior resultado para o mês de junho desde o início da série histórica, neste caso contabilizada desde 1992.