Políticas de inclusão foram discutidas em Santo Ângelo

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Santo Ângelo sediou Plenária de Fórum Estadual para Políticas para Pessoas com Deficiência

 Santo Ângelo sediou, na última quarta-feira (10), a 107ª Plenária do Fórum Permanente da Política Pública Estadual para Pessoas com Deficiência e para Pessoas com Altas Habilidades, no Auditório Iglênio Araújo Burtet, no Parque da Fenamilho.

O evento foi promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos – SJDH, por meio da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas Portadoras de Deficiência e de Altas Habilidades no Rio Grande do Sul – Faders, em parceria com o Ministério Público Estadual, Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul – Famurs, Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Coepede, Prefeitura de Santo Ângelo e o Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Comdef.

A diretora-presidente da Faders, Marli Conzatti, destaca os principais pontos de discussão do evento. “Viemos apresentar o Plano “RS Sem Limite”, falamos sobre o plano nacional, quais as ações que existem nesses planos, a verba, o acesso a essas verbas, que é feita através de projetos. E também falamos sobre a Convenção da ONU, que trata dos direitos das pessoas com deficiência, a qual o Brasil aderiu. Também tivemos uma sala de gestores, quando dialogamos sobre as especificidades, o que precisa para a cidade, como podemos capacitar o Conselho Municipal, como ele deve se organizar para garantir os direitos de pessoas com deficiência”, observa.

Durante o encontro, o serviço de acolhimento da Faders esteve identificando e recolhendo questões relativas à pessoa com deficiência e à pessoa com altas habilidades, para promover o encaminhamento nas áreas de saúde, educação, transporte, assistência social, trabalho, esporte, lazer e outras questões.

Na 107ª Plenária, foi redigido um documento, chamado Carta Diagnóstico. “A Carta é construída a partir das manifestações da 107ª Plenária. Nós levamos esta carta e as ações nela contidas passam a fazer parte da política pública estadual. Por exemplo, capacitações para intérpretes de Libras. Vamos nos organizar para atender de forma regional e de forma local. Este documento vai para contribuir justamente a partir das demandas e fazer parte das políticas públicas do estado”, complementa Marli Conzatti.