Proerd forma mais 640 alunos de 18 escolas nesta quinta-feira

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Solenidade será às 20h no CTG Os Legalistas

Se depender do Proerd, Santo Ângelo terá mais 640 cidadãos a partir de agora. Oriundos de 27 turmas de 5º ano em 18 escolas das redes municipal, estadual e particular, esse grupo de crianças participa nesta quinta-feira (10) da formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, do qual participaram de aulas semanais durante o último semestre.

Os encontros foram ministrados pelas instrutoras Deise Cristina Daponte, Gracieli Tschiedel e Adriani Machado dos Santos, todas soldados da Brigada Militar. A formatura será a partir das 20h no CTG Os Legalistas.

Em Santo Ângelo, o programa é realizado desde 2000. Na formatura, os estudantes receberão certificado de participação e prêmios para as melhores redações. Serão premiados o 1º, 2º e 3º lugares e a melhor história, além de prêmios para as melhores redações de cada turma. As histórias envolvem situações pessoais, demonstram emoção e conhecimento sobre temas que aprenderam no Proerd. “Eles contam como o Proerd ajudou na vida deles”, resume Graciele Tschiedel.

As aulas continuarão no segundo semestre deste ano para outras 22 turmas de 15 escolas. Confira nas fotos os alunos que se formarão na noite desta quinta.

RELACIONAMENTO
Nas aulas do Proerd as instrutoras trabalharam conteúdos como relacionamento, pressão dos colegas, rede de ajuda, bullying, estilos de comunicação, sinais de tensão, além de temas como as drogas lícitas – bebidas alcoólicas e cigarro. “Preparamos eles para situações reais, para que tomem decisões seguras e responsáveis, ou seja, que avaliem bem a situação para não tomar a decisão errada e não se envolver com drogas e violência”, destaca a instrutora Gracieli Tschiedel.

As policiais ressaltam que a mudança no comportamento é notória logo nas primeiras semanas. “Vemos melhoras no respeito, na disciplina. Eles melhoram sua relação inclusive em casa e tentam colocar em prática o que aprendem; falam que não podem resolver as desavenças na briga, mas na conversa”, acrescenta a soldado Deise Daponte.