Redes sociais acenderam o debate sobre a preservação dos prédios históricos em Santo Ângelo

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Quando começou a demolição do sobrado que ficava na esquina das ruas Antônio Manoel com Florêncio de Abreu, as redes sociais foram o grande motor do debate pela preservação deste e de outros prédios considerados históricos em Santo Ângelo.

O ativismo de um grupo de santo-angelenses, residentes na cidade ou em outros lugares do Brasil, ganhou um espaço de discussão no Facebook, através do grupo chamado “Defenda Santo Ângelo Quero Nossa História Viva”. O grupo conta com a participação de 448 pessoas.

Segundo Darlan Marchi, um dos proponentes e administrador nas redes sociais deste grupo de debates, em uma das discusões no espaço virtual, lamenta a demolição do prédio construído em 1924. “Infelizmente novamente o poder econômico se sobressaiu sobre o valor cultural. Mas que fique o exemplo, durante oito meses esse imóvel semi-demolido ficou fazendo parte da paisagem da cidade, como uma ferida aberta. Ficaram de marcas a mobilização de algumas pessoas da cidade. Que a história mais antiga e a mais recente não se percam”, salienta o historiador.