Repercute denúncia do Simers contra emissora de rádio de Santo Ângelo

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Repercutiu no final da última semana a denúncia, na Polícia Civil, do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul contra uma emissora de rádio de Santo Ângelo. Na manhã de sexta-feira (9), se manifestou nos microfones da Super Rádio Santo Ângelo, o diretor técnico do Hospital Santo Ângelo, Edson Vargas.

Durante o programa Rádio Visão, apresentado por Paulo Renato, Vargas falou sobre a polêmica do registro policial do Sindicato Médicos do RS, contra a Rádio Sepé Tiaraju por incitar à violência de pacientes contra profissionais médicos.

De forma bastante crítica, Edson Vargas disse que no Brasil existe uma horda de despreparados, aproveitadores e desonestos no comando de setores de formação da opinião pública, desinformando e semeando inverdades. “Os marinheiros quando não tem um chefe, nem o vento ajuda. Todas as críticas, assim como esse trabalho organizado, por baixo do poncho, como diz o ditado gaúcho, com segundas intenções, não têm a menor fundamentação. Essas pessoas deveriam refletir sobre o que estão fazendo, porque a saúde não tem lado, pois é da comunidade. Os responsáveis por essa polêmica precisam avaliar o verdadeiro terrorismo que estão fazendo junto à população, que é prejudicial não apenas ao hospital, mas à cidade e à comunidade regional. A instituição não pode ficar refém de interesses dúbios”, ressaltou.

O médico também destacou os recentes avanços do pronto atendimento, nos últimos anos, como o novo pronto atendimento que passou a contar com dois médicos, um pediatra e uma equipe qualificada de profissionais que integram o corpo clínico do hospital. “É incompreensível ver que no momento em que o hospital se torna referência regional, ao ampliar seus serviços de 11 para 40, surge esse segmento para fazer terrorismo, com inverdades”, lamentou.

Vargas explica que hoje o Hospital Santo Ângelo oferece serviços como a alta complexidade em traumatologia, a cardiologia 24 horas, o Samu, cirurgia vascular, urologia, hemodiálise, neurologia, casa de gestante, ginecologia, otorrinolaringologia, cirurgia geral, pediatria, clínica médica, entre outros atendimentos.

“Na verdade, existem problemas pontuais na área da saúde que a gestão compartilhada vem buscando solucionar, ouvindo a comunidade. O índice de satisfação dos pacientes é alto e os números negativos apresentados por esse segmento são forjados”, finalizou.