Unidos da Zona Sul vai falar sobre a miscigenação dos povos que formaram a raça brasileira

0
89

Ao todo, 700 componentes irão desfilar na passarela do samba pela “Azul e Branca”

A Unidos da Zona Sul vai apresentar, na passarela do samba, durante seu desfile na Avenida Venâncio Aires, o samba-enredo “Brasil: Miscigenação, a força de uma nova raça”. A letra é de Tadeu Martins e a melodia e a interpretação são de Vitor Divinal (carnavalesco das escolas Dragões da Real e Caprichosos da Piquiri, de São Paulo) – que gravou uma vinheta com a “Globeleza”.

A escola terá três carros alegóricos e levará 700 componentes para a avenida. Neste ano a agremiação carnavalesca vai buscar o oitavo título.

O diretor da escola, Paulo Peres, explica que uma equipe de 50 pessoas, entre soldadores, costureiras e alegoristas e outras funções, trabalha arduamente na montagem dos carros alegóricos e fantasias. “Estamos mobilizados desde o mês de junho. Nossa escola vai ter três setores para narrar a história da formação do povo brasileiro. O primeiro conta a chegada da corte portuguesa ao Brasil e o contato com os povos indígenas. O segundo vai abordar as raças que formaram a miscigenação brasileira, ou seja, os portugueses, espanhóis, índios, negros, imigrantes europeus e os asiáticos. O terceiro setor vai apresentar uma homenagem à raça brasileira e o país que sediará a Copa do Mundo, recebendo povos de outras nações”, conta.

Paulo Peres, que é presidente de honra da Liessa, também revela que três alemães da cidade de Berlim participarão do desfile da Unidos da Zona Sul.

ENSAIOS
Os ensaios da “Azul e Branca” ocorrem, diariamente, a partir das 8h até as 23h30min em sua quadra, localizada na Avenida Ipiranga, nº 280, no núcleo comunitário do Bairro Sepé.

INTEGRANTES
O presidente da escola Unidos da Zona Sul é Celso Denis Filho; os vice-presidentes, Mara Osório e Paulo Callegaro. A comissão do carnaval é formada por Paulo Peres, Leandro Almeida, Rosa Machado, André Marques (Tarkan), Douglas Barbosa, Naijan Messa, Viviane Fischer, Leandro Sonnenborn (Pingo) e Mano Dornelles. A Rainha da Bateria é Monique Silvestre da Cruz – diva da escola Dragões da Real, de São Paulo. O mestre-sala é Carlos Sales e a porta-bandeira, Angélica Dal’Olio. Já a madrinha da bateria é Alessandra Dornelles; o mestre de bateria, Marcos Paulo dos Santos; contra-mestres, Maikel Nascimento e Marlon Reis; e a porta-estandarte, Alessandra Rodrigues.