Vandalismo terminou depois do cercamento de pontos turísticos

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 Após registrar vários tipos de vandalismo a Administração Municipal, através da Secretaria de Turismo, resolveu cercar alguns pontos turísticos de Santo Ângelo. Hoje, depois de cinco anos de a medida ser adotada, os monumentos continuam preservados e são atração aos turistas que vem de outras regiões à cidade.

O secretário de Turismo, Luis Carlos Benites, recorda que na época a Prefeitura realizou constantes recuperações, já que alguns pontos turísticos sofriam constantemente com as pichações ou danos em geral.

Os mais castigados eram os monumentos do padre Diogo Hase e do Índio Guarani. A estátua de Diogo Hase, localizada na Avenida Getúlio Vargas, esquina com a Avenida Ipiranga, inclusive teve a sua base elevada a 1,5 metro. “Precisamos preservar o patrimônio e a nossa história. Os turistas que vem aqui, ajudam a movimentar a nossa economia e vão embora encantados com a beleza da cidade”, diz Benites.

Conforme o secretário de Turismo, Santo Ângelo possui mais de 15 pontos turísticos que fazem parte de um roteiro acompanhado por guias de turismo. O objetivo daqui para frente, já citado no Plano Diretor do município, é revitalizar esses locais com pintura e colocação de placas indicativas.

O Ginásio Marcelo Mioso é um dos próximos pontos a ser incluído no roteiro turístico em razão da construção do Museu do Esporte.

Alguns monumentos que receberam cercamento

Monumento ao Padre Diogo Haze

Construído em 1968, pelo escultor santo-angelense Olindo Donadel é uma homenagem ao fundador de Santo Ângelo Custódio.
Encontra-se sobre uma base de concreto na cor azul claro em forma de pirâmide, esculpido em pedra grês e arenito rosa.

Localização: Avenida Getúlio Vargas, esquina com Avenida Ipiranga.
 

Monumento ao Índio Guarani

A obra em si compreende três imagens, no alto Sepé Tiaraju e logo mais abaixo uma família Guarani, esculpida na década de 1960, em pedra grês e arenito rosa de autoria do escultor santo-angelense Olindo Donadel.
Encontra-se sobre uma base de pedras e outra de concreto, com duas placas de bronze, uma com a inscrição na frente e outra ao lado.
O monumento é uma homenagem aos índios missioneiros em especial a Sepé Tiaraju, pelo seu heroísmo e resistência durante a Guerra Guaranítica (1754 – 1756), que morreu lutando pelo direito de permanecerem nas terras missioneiras, na região que hoje faz parte do Rio Grande do Sul.

Localização: Avenida Brasil, em frente ao Teatro Municipal Antônio Sepp.