Moro e a granada sem pino

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O pedido de exoneração do ministro Sérgio Moro é um golpe devastador no governo Bolsonaro. Embora, os “fundamentalistas” procurem desfazer a figura de Moro, atacá-lo com insinuações e ilações, o golpe foi sentido duramente.

O presidente tentou remendar, anunciar a autonomia da PF, mas as afirmações de Moro são fortíssimas. Primeiro, por quem faz a denúncia, o “super herói” do combate à corrupção. Essa idolatria a Moro é o que o levou ao Ministério. Seus planos, suas ideias, seus projetos, nunca vingaram e muitos foram obstruídos por gente do próprio governo, preservando interesses escusos. O ex-ministro era o “escudo” do governo. Cada vez que o tema corrupção viesse a tona, a presença de Moro no Ministério era citada como se fosse um salvo-conduto, uma antídoto contra qualquer crítica.

A fama adquirida na Operação Lava-Jato, coloca Moro com uma popularidade superior que a de Bolsonaro. E mesmo que pudesse ser usada para “proteger” o governo, a presença do ministro também desgostava quem já deixou claro que não curte quem possa aparecer mais do que ele.

Bolsonaro tentou se colocar como vítima, repetindo a velha ladainha de que não querem que “seu amor pelo Brasil” seja o condutor do governo. Chegou a dizer que abriu mão do apoio de Moro no segundo turno das eleições de 2018.

Não dá mais para engolir esse blá-blá-blá. A busca pela preservação da prole é superior ao amor pela Nação que tanto exalta e isso ficou muito claro.

 

PERGUNTAR NÃO OFENDE

A democracia entrou no grupo de risco?

 

SÓ PARA LEMBRAR

Leitor envia e-mail para concordar com os comentários feitos a respeito da situação do chamado “Floripa” e das badernas noturnas. Segundo ele, tem que ser mesmo realizada uma ação mais contundente e elogia a disposição do comandante do 7º RPMon, major Itamar Walter, neste sentido. Aproveita ainda para afirmar que deve ser realizado um trabalho mais forte, com “multas e apreensões”, das motocicletas que seguem circulando com o escapamento aberto e fazendo muito barulho pelas madrugadas. Fica o recado.

 

Auxílio alimentar

Uma iniciativa que pode passar despercebida pela maioria da população, mas que é de extrema importância para os beneficiados. A cozinha comunitária mantida pelo Governo Municipal e que funciona junto ao Cras do bairro Sepé segue servindo um número expressivo de refeições de forma gratuita de segunda a sexta.
São 180 pessoas cadastradas e uma média de cem almoçava diariamente no local. Agora, com os procedimentos preventivos de combate ao Covid-19, os alimentos são disponibilizados em marmitex. Entre 60 e 90 pessoas são beneficiadas diariamente.
Um programa fundamental, que foi adaptado para as circunstâncias atuais e que segue beneficiando a comunidade. As refeições são feitas com orientação de nutricionista.

 

Filiação sem consentimento

Passada a janela de filiações eleitorais, um suplente de vereador  de Santo Ângelo foi surpreendido. O seu nome apareceu na relação de uma outra sigla, sem consentimento.

A responsabilidade pelo ato será apurada, pois, indignado, o suplente anunciou uma ação judicial.O interessante é que o partido em que o suplente aparece filiado ficou famoso pelo uso de laranjas em eleições passadas. E pelo jeito não perdeu a prática.

O XIS DA QUESTÃO

Aprovado pela Câmara de Vereadores o projeto do Executivo que permite o pagamento antecipado de 50% do 13º salário dos servidores municipais já na próxima folha.
Essa antecipação é uma forma de buscar o aquecimento da economia local e, também, ajudar muitas famílias” de servidores que possam passar por situação financeira complicada devido aos reflexos da pandemia.
O que não consigo entender é alguém que quer se colocar como “liderança empresarial” criticar a medida. Enquanto o setor empresarial clama por ações que possam auxiliar numa época tão difícil como a que enfrentamos, é criticada uma ação que fará um valor significativo circular na economia local.
Às vezes é muito difícil entender o que realmente algumas “lideranças” querem.

 

Os santo-angelenses já se deram conta que foi montada uma versão local do “gabinete do ódio”.

Dirigente partidário está indignado pela maneira como as lideranças da sua sigla tem tratado a questão eleitoral. E não esconde de ninguém que não suporta mais as intrigas e ações rasteiras tratadas nas reuniões. Sabe no que resulta esse tipo de atitude e não consegue entender como estratégias fracassadas são repetidas.

Já que quarta (22) foi comemorado o descobrimento do Brasil não custa pensar: e se os índios tivessem mantido o isolamento social?

O novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso, admite que as eleições municipais podem ser canceladas, mas descarta que sejam realizadas em 2022.

Dezembro ou quem sabe no início do próximo ano são as possibilidades para a realização do pleito. Também frisou que mesmo com a mudança da data da eleição, os prazos de filiações, transferências e mudanças de domicílio eleitoral devem ser mantidos.
O que pode ser alterado é a data das convenções.

 

 

 

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