Adolar Queiroz: “Quero contribuir, ainda mais, com o desenvolvimento de nosso município”

0
113

Candidato fala sobre os projetos para Santo Ângelo

Adolar Rodrigues Queiroz nasceu em Santo Ângelo em 7 de dezembro de 1957. No município, começou suas atividades como pequeno agricultor e, atualmente, é comerciante no Bairro Pippi. É estudante de Administração e Direito da URI. É vice-prefeito de Santo Ângelo desde 2005. Foi vereador entre 1993 e 2004, presidente da Câmara e líder da Bancada do PDT. Foi chefe de Gabinete da Secretaria do Trabalho e Ação Social, no governo Alceu Collares e delegado regional da Secretaria Estadual do Trabalho e Ação Social, em Santo Ângelo. Foi titular das secretarias Geral, de Obras e da Saúde da Prefeitura de Santo Ângelo. Também foi diretor de futebol da SER Santo Ângelo, quando a equipe subiu para a primeira divisão do Campeonato Gaúcho.

JORNAL DAS MISSÕES – Por que o senhor quer ser prefeito de Santo Ângelo?
ADOLAR QUEIROZ – A população de Santo Ângelo me proporcionou três mandatos de vereador e dois de vice-prefeito, que exerci com o máximo de dedicação. Quero ser o prefeito de Santo Ângelo para contribuir, ainda mais, com o desenvolvimento de nosso município e dar continuidade ao grande trabalho iniciado por Eduardo Loureiro, do qual tive o privilégio de colaborar como vice-prefeito.

JM – Quais são seus principais projetos para o município?
QUEIROZ – Em primeiro lugar, quero dar continuidade aos projetos implantados no atual governo, que tem dado certo e mereceu a aprovação de mais de 90% da população de Santo Ângelo. Ao lado disso, tenho propostas novas para os próximos quatro anos, das quais destaco: implantar um novo Distrito Industrial; implantar novos projetos habitacionais; duplicar o orçamento do Banco de Materiais de Construção, destinado a reformas e ampliações de moradias de famílias de baixa renda; congelar o IPTU e estudar a redução das alíquotas do ISS; implantar mais um Restaurante Popular; lutar para garantir a aplicação dos recursos necessários à ampliação do nosso Aeroporto; ampliar o número de máquinas das patrulhas agrícolas; gestionar a construção da BR-392, trecho Sano Ângelo/Santa Maria e concluir a estrada da Buriti.

JM – Quais as suas propostas para a educação, em especial a educação infantil?
QUEIROZ – Implantar novas escolas de tempo integral, garantir vagas nas escolas de educação infantil a todas as crianças (creches, berçários e pré-escolas); cumprir o Plano de Carreira e o Piso Nacional do Magistério; contribuir para a instalação do Ifet; e lutar pela instalação dos cursos da área da saúde, conforme previsto no projeto da Universidade Federal Fronteira Sul.

JM – Em relação à saúde, que ações o senhor pretende desenvolver para melhorar o atendimento à população?
QUEIROZ – Já fizemos muito na área da saúde nos últimos oito anos, porém esta é uma área que receberá uma atenção muito especial de nossa parte. Queremos manter e apoiar o Hospital Santo Ângelo; implantar a Central de Agendamento de Consultas e Exames por telefone e internet, para evitar as filas; consolidar a implantação da Unidade de Pronto Atendimento – UPA; aumentar o número de consultas e exames especializados para reduzir o tempo de espera; dobrar o número de equipes do PSF.

JM – Santo Ângelo se consolidou, nos últimos anos, como uma cidade com grande potencial de turismo de eventos, a partir de atrações como o Carnaval de Rua, o Festival Cidade das Tortas, o Festival Canto Missioneiro, o Santo Ângelo em Dança, entre outros. Que ações pretende desenvolver para atrair mais turistas para o município?
QUEIROZ – Ampliar o Aeroporto e buscar a implantação de voos regulares a Porto Alegre, Foz do Iguaçu e São Paulo; desenvolver o Turismo de Eventos, promovendo e/ou incentivando a sociedade; embelezar a cidade, continuar a divulgação de nossos atrativos e incentivar a iniciativa privada para que invista na área.

JM – É sabido que os municípios dispõem de orçamento apertado para a execução de obras, como as de infraestrutura. De que forma o senhor pretende lidar com a limitação orçamentária e, mesmo assim, investir no município?
QUEIROZ – Para enfrentarmos as limitações do orçamento vamos manter e aumentar as parcerias com os Governos Federal, Estadual e iniciativa privada visando à busca de recursos e investimento. Nós conhecemos os caminhos e temos facilidade de acesso, pois os partidos que compõem nossa coligação dão sustentação aos Governos da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro. Também vamos aprimorar o Orçamento Popular como forma de discutir com a população a melhor forma de aplicar os escassos recursos disponíveis e evitar desperdícios.

JM – Um dos problemas enfrentados pelas grandes cidades – e entre elas Santo Ângelo – é a mobilidade urbana. Que ações pretende desenvolver para melhorar esse aspecto em nosso município?
QUEIROZ – Pavimentar com asfalto as vias usadas pelo transporte coletivo, asfaltar ou calçar todas as ruas da cidade e das sedes dos distritos, melhorar a acessibilidade nas calçadas e prédios públicos, implantar ciclovias e implantar sistema digital de controle de semáforos (sinaleiras).

JM – Que ações pretende desenvolver para atrair novos investimentos da iniciativa privada e manter os atuais?
QUEIROZ – Vamos manter os atuais programas implementados pela Lei de Incentivos Fiscais e Parafiscais (Lei 3.194/2008), Lei de Incentivo à Construção Civil (Lei 3.357/2009) e Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e oferecer áreas, infraestrutura e meios necessários para ampliar as atuais empresas e atrair novos empreendimentos.

JM – Qual a seu projeto de governo em relação ao meio ambiente, principalmente em relação à preservação do arroio Itaquarinchim?
QUEIROZ – Continuar o processo de remoção e reassentamento das famílias residentes às margens do arroio Itaquarinchim. Também queremos construir, em conjunto com a Corsan, o prolongamento do tubão, no trecho entre a Avenida Salgado Filho e a Rua Tiradentes e a rede coletora de esgoto da zona norte. Outra ação é implantar espaços para a destinação dos resíduos sólidos da construção civil e de recolhimento de pneus, eletrônicos, pilhas, baterias, óleo de cozinha e outros materiais. Por fim, melhorar o processo de coleta e destinação final do lixo.