Major Hasadias da Silva passa a responder pelo CRPO Missões

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O Chefe do Estado Maior, Major Hasadias Isaque Amaral da Silva, responde desde segunda-feira (22) pelo Comando Regional de Polícia Ostensiva (CRPO) Missões, no lugar do Tenente-coronel Felisberto Cunha da Silveira, que foi transferido ex-officio para a Reserva Remunerada da Brigada Militar.

PERFIL OPERACIONAL

Hasadias deve ficar na função até que seja designado um novo Coronel para comandar o CRPO. “Não tenho como prioridade ser comandante regional porque tenho outros objetivos na vida. Mas enquanto estiver comandando o CRPO quero dizer que meu perfil será operacional e não de gabinete. Gosto quando as coisas acontecem. Gosto de visitar prefeitos e conversar com empresários para juntos encontrarmos a solução para os conflitos de segurança”, frisa.

Disse que todo o efetivo operacional dos 32 municípios que compreendem o 7º Regimento de Polícia Montada de Santo Ângelo, o 29º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Ijuí e o 14º BPM de São Luiz Gonzaga terão o seu apoio para agir com rigor, principalmente no combate ao roubo e furto e no cumprimento da lei seca. “Costumo dizer que o crime anda sobre rodas.

Quem não faz fiscalização de trânsito não combate a criminalidade”, destaca.

Para o Major Hasadias, a polícia precisa mostrar que está trabalhando. “E eu vou trabalhar para unir as unidades operacionais da Brigada a fim de realizar operações coordenadas pelo Comando Regional. A criminalidade que existe na região não faz parte do crime organizado. Estamos perdendo para o criminoso amador. Não temos aqui indústria do crime. Então é a polícia que precisa se organizar”, salienta.

COMANDO 7º RPMon

Em 2012, Hasadias comandou o 7º RPMon dos meses de março a julho e se destacou após intensificar a ação policial para coibir os crimes contra a vida e contra o patrimônio.

Promoveu várias blitzes de trânsito a fim de evitar a embriaguez ao volante e colocou em prática a lei de transparência de películas (insufilm) nos automóveis onde, através de um teste, constatou que a maioria dos veículos estava fora dos padrões permitidos.