PF investiga crimes por disputa em terra indígena no Noroeste do RS

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Ação contou com mais de 100 policiais federais e apoio da Brigada Militar e Polícia Civil.

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (19) a Operação Guarita, que apura crimes em razão de disputa pela liderança da Terra Indígena Guarita, nos municípios de Redentora e Tenente Portela, na região noroeste do Rio Grande do Sul.

A PF investiga o atentado ocorrido em 19 de outubro deste ano, contra o cacique da Guarita, e o assassinato de um índio e a tentativa de homicídio de outros dois, ocorridos dia 7 de novembro, na mesma região.

Os policiais federais apuram também crimes de incêndio e formação de milícia armada. Estão sendo cumpridos 38 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva, na terra indígena. Seis pessoas foram presas até o meio-dia.

Mais de 100 policiais de 13 delegacias da Polícia Federal de vários estados do Brasil participaram. Um helicóptero foi usado na operação. A coordenação foi da Delegacia da Polícia Federal de Santo Ângelo.

A operação conta ainda com o apoio da Polícia Civil e da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.

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